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Matéria do JORNAL DE
VALINHOS, publicada em 07 de março de 2007.
Para auxiliar músicos durante a montagem da harmonia musical, Ailton Panfiglio, músico e arquiteto desenvolveu as réguas harmônicas Di Pan, que possibilitam ao usuário visualizar rapidamente as notas, graus, tétrades, intervalos e acordes de cada um dos campos harmônicos em qualquer tonalidade.
Segundo Panfiglio, a Di Pan permite maior aproveitamento do tempo, pois fornecem, de uma vez, todas as possibilidades harmônicas da música, assim não é preciso ficar passando para a partitura. “Os aprendizes ou músicos em geral, tocam com mais facilidade e sabendo o que estão fazendo. Isso vale para qualquer instrumento melódico ou harmônico”, garante o músico e arquiteto. A Di Pan, de acordo ainda com Panfiglio, possui uma base fixa com todas as notas musicais e uma máscara móvel com as informações teóricas, que o usuário pode mudar de lugar conforme a necessidade de saber outras combinações harmônicas.
“O que fiz foi decodificar os intervalos matemáticos musicais em um programa de arquitetura e criar uma régua para facilitar que as pessoas vejam essas possibilidades de forma clara e objetiva. As réguas estão em praticidade e funcionalidade para a música, assim como a calculadora está para a matemática”, explica.
Na prática
O guitarrista, cantor e compositor Tonho Penhasco assegura que as réguas Di Pan facilitam muito, porque “enxerga-se rápido as relações nas escalas, economiza tempo, papel e é possível fixar rapidamente o visual das distâncias entre as notas, o que facilita o trabalho do músico”. O violeiro Mazinho Quevedo é enfático: “as réguas Di Pan passam a ser parte integrante do repertório musical dos mais variados estilos. Os músicos podem ousar mais e saber onde vão pisar”.
Link da notÃcia - Jornal de Valinhos
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Régua para estudo da teoria musical
O músico e arquiteto Ailton Panfiglio desenvolveu as réguas harmônicas Di Pan, que auxiliam a montagem de harmonias e aceleram o aprendizado musical. São quatro réguas com as seguintes designações: uma para escalas e três para variações dos campos harmônicos maior natural e menores harmônica e melódica. Cada uma delas possui 84 variações. Com a Di Pan é possível visualizar rapidamente as notas, graus, tétrades, intervalos e acordes de cada um dos campos harmônicos em qualquer tonalidade.
Link da notÃcia - Guitar Player |
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Matéria da revista Rock Brigade,
publicada em 12 de dezembro de 2006.
Di Pan lança réguas harmônicas
para ajudar estudo de música
A Di Pan lançou no mercado nacional réguas
harmônicas para ajudar os músicos no estudo
de harmonias musicais. As réguas harmônicas
Di Pan foram desenvolvidas pelo músico e arquiteto
Ailton Panfiglio para auxiliar músicos na montagem
de harmonias e assim acelerar o aprendizado musical.
São quatro réguas, uma para escalas e três
para variações dos campos harmônicos
maior natural e menores harmônica e melódica,
com 84 variações cada. A Di Pan possibilita
que o usuário visualize rapidamente as notas, graus,
tétrades, intervalos e acordes de cada um dos campos
harmônicos em qualquer tonalidade.
Segundo Panfiglio, a Di Pan permite maior aproveitamento
do tempo, pois as réguas fornecem, de uma vez, todas
as possibilidades harmônicas da música, assim
não é mais preciso ficar pensando ou passando
para a partitura. “Os aprendizes ou músicos
em geral, tocam com mais facilidade e sabendo o que estão
fazendo. Isso vale para qualquer instrumento melódico
ou harmônico”, garante o músico e arquiteto.
A Di Pan possui uma base fixa com todas as notas musicais
e uma máscara móvel com as informações
teóricas, que o usuário pode mudar de lugar
conforme a necessidade de saber outras combinações
harmônicas. “O que fiz foi decodificar os intervalos
matemáticos musicais em um programa de arquitetura
e criar uma régua para facilitar que as pessoas vejam
essas possibilidades de forma clara e objetiva. As réguas
estão em praticidade e funcionalidade para a música,
assim como a calculadora está para a matemática”,
explica Panfiglio.
O guitarrista, cantor e compositor Tonho Penhasco assegura
que as réguas Di Pan são uma mão na
roda, porque “enxerga-se rápido as relações
nas escalas, economiza tempo, papel e fixa rapidamente o
visual das distâncias entre as notas, o que facilita
o trabalho do músico”. O violeiro Mazinho Quevedo
é enfático “as réguas Di Pan
passam a ser parte integrante do repertorio musical dos
mais variados estilos, os músicos podem ousar mais
e saber onde vão pisar”.
[Agência Rock Brigade]
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Matéria
do jornal FOLHA DE SÃO PEDRO, publicada
em 04 de novembro de 2006.
Na verdade ele nasceu em Piracicaba (SP), mas jura que
foi sem querer, e que é são-pedrense de coração.
O musico, e arquiteto de formação, Ailton Panfiglio, 35
anos, uniu os dois conhecimentos para crias um instrumento
inovador: uma régua que ensina escalas musicais.
"Sempre percebi que as pessoas tinham dificuldades de ler
cifras, ou até mesmo partituras. Certo dia, olhando cálculos
matemáticos, medidas arquitetônicas, resolvi unir os dois
conceitos, e comecei a desenhar a régua. E hoje a idéia
virou realidade". Afirma Ailton esfuziante com a sua invenção,
simples, mas criativa.
Trata-se de uma régua larga, que possui uma parte fixa,
e outra de desliza. A fixa mostra as cifras e notas musicais.
A que desliza, mostra os arranjos possÃveis dentro de cada
escala. E assim por diante. "A régua obviamente não substitui
o professor. Mas com certeza auxilia muito quem toca de
ouvido ou quem começou a aprender musica". Reforça Ailton.
Contrabaixista e com formação em violão clássico, Ailton
tem como objetivo principal facilitar o acesso à musica.
"Quem dera todos pudessem ter acesso ao aprendizado musical.
Quantos talentos devem estar escondidos dentro das favelas
do nosso paÃs. Gente que só não teve chance de ter contato,
de ter oportunidade. A régua é na verdade uma tentativa
de encurtar distâncias. De mostrar um caminho mais simples".
Ailton criou 4 réguas: a de escalas, a de campos harmônicos: menor harmônica, maior natural e menor melódica. As réguas poder
ser adquiridas em separado, junto com um manual que explica
como utilizá-las e que dá outras dicas, ou em um kit com
as 4 juntas. Pode ser usada com qualquer instrumento harmônico,
e aplica-se muito bem aos músicos autodidatas. Cada régua
apresenta 336 combinações com diferentes harmonias.
Artistas consagrados já conheceram as réguas e aprovam, como
o violinista Robson Miguel, a Banda Russo Jazz Band, e até
o nosso querido consagrado Mazinho Quevedo. "É muito bom
ver a criatividade sendo usada para o aprendizado musical.
As réguas Di Pan passam a ser parte integrante do repertório
musical dos mais variados estilos, agora os músicos vão
poder ousar cada vez mais, sabendo certo onde pisar", diz
o depoimento do Mazinho.
O ideal é ser usada por crianças acima de 6 anos, que já
terão capacidade de entender seu funcionamento. E Ailton
volta a reforçar que ela não substitui o professor por completo:
"são apenas ferramentas facilitadoras para o aprendizado
e a criação do musico". Criadas em 2002, são confeccionadas
em plástico reciclável, politicamente correto, e já estão
disponÃveis em algumas lojas do ramo. Quem quiser saber
mais ou adquirir as réguas musicais pode ligar para o telefone
(19) 3481.4331 ou entrar no site www.dipan.com.br
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Matéria
do JORNAL DE PIRACICABA, publicada em 18 de agosto
2006.
Planejadas desde 2002 pelo arquiteto e contrabaixista piracicabano
Ailton Panfiglio, 35, para serem usadas como um instrumento
facilitador nas variações harmônicas
e melódicas dos músicos instrumentistas, as
réguas Di Pan – trocadilhos com as três
primeiras iniciais do seu sobrenome e uma homenagem a Pan,
deus grego dos pastores e inventor da flauta – acabam
de ser lançadas no mercado.
O kit é composto por quatro réguas coloridas
– que podem ser adquiridas individualmente -, uma
para escalas e outra três para os campos harmônicos
ou modos gregos, como menos harmônica, maior natural
e menor melódica, cada uma possui uma base fixa com
as informações principais de notas e uma mascara
móvel que desliza pela base se encaixando nos diferentes
espaços da régua para conseguir as possíveis
84 combinações harmônica. “As
quatro réguas proporcionam 336 combinações
para o musico. Este kit é voltado para contrabaixo,
guitarra e violão, mas posteriormente farei para
os outros instrumentos, como viola e teclado”, conta
Panfiglio.
Segundo o arquiteto – que desenvolveu este método
baseado em um programa de computador para arquitetos, no
qual decodificou os intervalos matemáticos musicais
-, as réguas não substituem o professor. “
Jamais ele será substituído por que para começar
a trabalhar com as réguas é preciso saber
ler partituras e cifras”, fala. “Costumo dizer
que as réguas não são um método,
mas sim um ferramenta facilitadora para a musica. Muita
gente toca de ouvido, não tem tempo para aulas e
não sabe quais combinações faz, com
a Di Pan esse trabalho pode ficar mais fácil, pois
é possível reconhecer o que se faz e aprender
novas variações.” As réguas ainda
permitem que o instrumentista consiga visualizar notas,
intervalos, tétradis, graus, acordes e tipologia.
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Matéria do JORNAL DE
PIRACICABA, publicada em 19 de julho de 2005.
Ele se diz músico nas horas vagas, mas o arquiteto
piracicabano Ailton Panfiglio, 34, se dedica muito mais
à musica do que muitos pesam. Contrabaixista da banda
Crossroads e instrumentista desde os 11 anos de idade, Panfiglio
criou um sistema de régua denominadas Di Pan –
trocadilho com as três primeiras iniciais do seu sobrenome
e uma homenagem a pan grego, inventor da flauta –
para auxiliar músicos na montagem de harmonias musicais.
Segundo o arquiteto, a função do sistema
composto por quatro réguas – uma para escalas,
outras três para variações maior, menos
e melódica – com 84 situações
harmônicas cada, é a de promover um maior aproveitamento
do tempo do músico. “Na verdade, o objetivo
da régua é fazer as pessoas tocarem com mais
facilidade e menos tempo. Ao contrário de ficar pensando
e desenhando as várias possibilidades harmônicas
de uma música, a régua lhe dá todas
essas informações de uma vez, e o mais interessante
é que serve para qualquer tipo de instrumento”,
explica. “A música é como matemática,
o que eu fiz foi decodificar os intervalos matemáticos
musicais em um programa de arquitetura e criar uma régua
para facilitar que as pessoas vejam essas combinações”,
fala.
O músico aliou um método à sua criação.
“Estou finalizando o texto da apostila que acompanha
as réguas. Nele introduzo conceitos musicais de cifra,
distância entre notas, sinais de alteração,
escalas acordes, campos funções harmônicas,
improvisações, entre outros assuntos, e mostro
como é possível obter todos os modos, graus,
notas, cifras e tipologias dessas combinações
usando a Di Pan”. A régua – ainda em
processo de aperfeiçoamento – possui uma base
fixa com informações musicais e uma máscara
móvel, que o usuário muda de lugar conforme
a necessidade de saber outras possíveis combinações
harmônicas . “Quero que a régua seja
um método de consulta e não substitua o ensino
do professor. Ela é uma facilitadora do ensino de
música”, ressalta.
Finalidades – Na opinião do
professor de harmonia e percepção musical
da Escola de Música de Piracicaba Maestro Ernst Mahle,
Anderson Fabiano de Oliveira, a régua deve auxiliar
a memória visual dos músicos. “Eu não
conheço o método profundamente, mas pelo que
entendi, irá auxiliar aquelas pessoas que quando
olham para uma nota já sabem o que vem depois. Mas
também tem o lado negativo, talvez muitos músicos
se acomodem por não mais pensar musicalmente em algumas
estruturas melódicas, pois o trabalho já está
ali pronto para ser executado”, fala Oliveira. “Espero
que seja um método didático, que ajude o aluno,
mas não crie vícios de percepção”,
diz o professor.
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